À conversa com Francisco Castro

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Francisco Castro, do laboratório Dentalcastro, falou-nos do seu percurso, das apostas que tem feito e de um futuro pensado para a área.

LabPro: O que é exigido, em termos de legislação, a um laboratório de prótese?

Francisco Castro: Apesar da lei ainda estar na gaveta, só podem trabalhar nos laboratórios técnicos de prótese dentária ou técnicos auxiliares de prótese dentária. Depois, cabe-nos um pouco a nós explorar as formações paralelas. Mas se a lei se puser em prática, temos essa limitação. É que há muitas pessoas sem curso que trabalham melhor do que as pessoas que frequentam a universidade.

LP: A concorrência existente no sector influencia a forma de estarem no mercado? Como?

FC: Não trabalho em função do que os outros fazem, mas sim de acordo com os meus objectivos, do que pretendo fazer e alcançar. Não me preocupo com os clientes nem com os preços dos outros. Faço aquilo que eu acho que é melhor para o meu negócio. Sei de casos de laboratórios com preços realmente baixos, mas isso depois reflecte-se na qualidade.

E alguns deles só duram uns meses. Se queremos crescer no mercado, acompanhar a evolução na Medicina Dentária temos que cobrar um preço justo por isso. Se praticarmos preços baratos, temos que cortar em algum lado, seja em formação, seja nos materiais, nos equipamentos… E, por isso, cobramos um preço justo.

Leia toda a entrevista na LabPro 3.

 

24 Novembro 2013
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