Paixão pela prótese passa de geração em geração

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Alexandre Monteiro, técnico de prótese dentária há mais de 32 anos, contou-nos que ia para o laboratório do seu pai, o técnico de prótese dentária Manuel João Monteiro, assim que terminava a escola.

Tinha apenas 12 anos, fazia os deveres escolares e, nas horas livres, “brincava” com as próteses, ajudando no que pudesse. Passava horas a fio no laboratório. “Os meus primeiros conhecimentos da área começaram em meados de 1982”, contou-nos o profissional.

“Com o decorrer do tempo, foi aumentando a curiosidade e o gosto pela profissão, tendo o meu pai muito cedo percebido que eu tinha alma para a elaboração de próteses. Porém, por vontade mútua, começou um maior empenhamento no meu desenvolvimento na prótese dentária e ortodontia removível, a área que o meu pai dominava. A partir dos 16 anos, iniciei a aprendizagem de uma nova especialidade para a época (1986), que era a prótese fixa, com o técnico Irineu Reis, nos seus cursos com outros colegas. Aos 17 anos, comecei a trabalhar por conta própria em removível e início da fixa.”

Alexandre Monteiro acabou, assim, por abraçar a mesma profissão do progenitor e, hoje, dedica-se de corpo e alma à Prótese Dentária.

Leia a entrevista na íntegra na LabPro 16, aqui.

12 Janeiro 2015
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