Paulo Marques em entrevista

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LabPro: Como descreve o setor da Prótese Dentária em Portugal, quer ao nível da tecnologia quer em relação à formação?

Paulo Marques: Em franco crescimento. Ao nível da formação, há sempre aspetos a melhorar. Acho que os recém-formados têm pouca prática. Deviam ser fomentadas parcerias entre as faculdades e os laboratórios durante a formação, para um maior contacto com a realidade diária, como também para abrir portas para o mercado de trabalho. Ao nível tecnológico, já existem muitos laboratórios com a tecnologia CAD/CAM, mas voltados unicamente para o zircónio, esquecendo-se do titânio e cromo-cobalto. Aqui no laboratório apostamos na diferenciação do nosso trabalho, por isso temos trabalhado com estruturas fresadas sobre implantes, usando não só zircónio como também titânio e cromo-cobalto. Assim conseguimos obter ajustes de alta qualidade, dando o nosso contributo para o sucesso, a longo prazo, das reabilitações.

Leia a entrevista integral na LabPro 11.

6 Fevereiro 2015
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