“Vender a alma ao diabo…”

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Artigo de opinião de Moisés Rocha, presidente da Associação dos Industriais de Prótese Dentária (AIPD).

A expressão “vender a alma ao diabo” vem de uma peça de teatro escrita por Christopher Marloweno séc. XVI, com base na história criada sobre o personagem “Dr. Fausto” que, cansado dos recursos da ciência medieval que não satisfazem os seus anseios, procura a magia também sem sucesso.

Assim sendo, aparece na sua vida Mefistófeles, o demónio cético. Fausto, depois de vários anos de vida errante vende a alma ao demónio em troca de regalias e bens terrenos.

No fim do prazo do contrato, Fausto é estrangulado pelo Diabo.A independência de uma profissão como a de técnico de prótese dentária não foi uma conquista, pois sempre foi independente de terceiros (que não o Estado) para o seu exercício legal.

A perda da independência nem sempre requer subalternidade profissional. Para tal basta estabelecer parcerias inadequadas.

Na vida como nas instituições, as amizades como as parcerias, definem um caráter ou uma linha de rumo, seja ela qual for.

Deve-se, em primeira instância, procurar todos os consensos possíveis dentro da profissão. Só depois iremos buscar, se necessário, apoios externos eficazes, fora da nossa área de intervenção.

Com esta atitude, estamos em pé de igualdade nas parcerias, temos o respeito dos nossos e o caminho a percorrer cumpre os objetivos determinados.

Leia o artigo na íntegra na LabPro 17, aqui.

4 Dezembro 2014
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