Unidos por um objetivo comum

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Jorge Souto, o coordenador do Curso de Prótese Dentária da Cooperativa de Ensino Superior, Politécnico e Universitário (CESPU), revelou-nos na LabPro 14 que a regularização da situação dos técnicos de prótese “é uma luta de todos, que está a começar a dar alguns frutos”.

LabPro: Em 2012, disse-nos que gostaria de ver regularizada a situação dos técnicos de prótese dentária. O que mudou desde então?
Jorge Souto:
Têm sido dados alguns passos neste sentido, nomeadamente através da Associação Portuguesa dos Técnicos de Prótese Dentária (APTDP). A nossa associação quer perceber quantos somos, como somos, que tipo de formação temos… É uma luta de todos, que está a começar a dar alguns frutos. Em 2013, a APTDP já conseguiu organizar o seu primeiro congresso, em Lisboa, e este ano vai ser no Porto, novamente em outubro. Estamos a fazer o máximo que conseguimos para que os técnicos de prótese dentária se juntem, pois a união faz a força.

LP: Enquanto coordenador do curso de Prótese Dentária na CESPU, acredita no poder da formação para vencer esta “luta”?
JS:
Sem dúvida! A formação assume um papel crucial, pois é determinante para “categorizar” os profissionais. No futuro, penso que os técnicos vão integrar determinados cargos ou funções dentro dos laboratórios, mediante a formação de cada um. A situação tem que estar bem regularizada, porque existem grandes discrepâncias. Encontramos pessoas a trabalhar sem condições. Há profissionais sem formação que trabalham com a boca das pessoas e não conhecem os riscos. Na minha opinião, isto deveria ser bem legislado e fiscalizado.

Leia toda a entrevista na LabPro 14, aqui.

2 Setembro 2014
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