“Sistema BIO CAD/CAM”

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Excerto do artigo técnico de Eduardo Anitua “Sistema BIO CAD/CAM: Estruturas mecanizadas a frio sobre transepiteliais para conseguir um melhor acabamento estético mudando a angulação da emergência (até 15 – 17º).”

Os sistemas CAD/CAM oferecem múltiplas vantagens quando se comparam ao fabrico tradicional da prótese implanto-suportada. As principais vantagens que podemos diferenciar neste novo sistema são as seguintes:

• Homogeneidade de materiais: permitem a elaboração da prótese com materiais de alta qualidade que não se alteram durante o seu processo de preparação, já que todo o fabrico se realiza a frio, portanto evitam-se as contrações.

• Extraordinária precisão da ordem de 5 micra. Portanto, um excelente ajuste marginal, alta precisão e boa oclusão: a construção deste tipo de prótese oferece-nos uma precisão muito elevada, pelo que os ajustes tanto marginais como oclusais são de grande exatidão, tornando possível não serem precisos retoques de nenhum tipo depois de se construir a prótese.

• POSSIBILIDADE DE CORREÇÃO DE ANGULAÇÕES: com este novo sistema, podemos permitir angulações de 15 a 17 ou na estrutura, o que torna possível alargar as indicações das próteses aparafusadas. A angulação da emergência dos parafusos resolve-nos os problemas de divergência que temos por vezes por erros na colocação dos implantes ou por nos encontrarmos com pacientes com reabsorções severas onde se coloca o implante na zona onde se encontra a crista residual.

• Minimização de erros: ao transferir grande parte do processamento da prótese para o suporte informático reduzem-se os possíveis erros humanos que se podem introduzir no fabrico da mesma. Este sistema de trabalho oferece-nos a possibilidade de minimizar as técnicas de laboratório que se usam na confeção de estruturas coladas, tais como enceramento, revestimento e colagem, evitando, por sua vez, as variações de dimensão associadas às mesmas, que fazem com que o ajuste marginal e passivo das estruturas coladas pelo método convencional seja muito difícil de conseguir. Também permite evitar a existência de poros no interior da estrutura metálica, pois parte-se de um bloco.

Leia o artigo técnico de Eduardo Anitua na íntegra na LabPro 12, aqui.

17 Setembro 2014
Atualidade

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